segunda-feira, 28 de junho de 2010

Cadeiras voltadas para trás

Novo estudo sobre segurança das crianças no automóvel

Clique para ler

http://www.apsi.org.pt/conteudo.php?mid=24101112,2410111216

quarta-feira, 10 de março de 2010

Crescer em segurança - 1º Ano

Clique no link e siga os conselhos para evitar os acidentes no primeiro ano de vida do seu bebé


http://www.apsi.org.pt/downloads/folheto2009b.pdf


Site: www.apsi.org.pt

Escolha a cadeirinha adequada

Clique no link e escolha a cadeirinha adequada à idade do seu bebé/criança

http://www.apsi.org.pt/24/cadeirinhas_folheto_pdf.pdf


Site: www.apsi.org.pt

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Síndrome de Morte Súbita do Lactente

Como reduzir o risco de Síndrome de Morte Súbita do Lactente

A Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL) é a morte súbita e sem explicação de um bebé durante o primeiro ano de vida.


Algumas medidas simples podem reduzir significativamente a taxa de mortalidade por SMSL.



1. Coloque o bebé de costas para dormir




• O risco de SMSL aumenta muito se os bebés dormirem de bruços.

• Dormir de lado não é tão seguro como de costas.

• Quando são deitados de costas, os bebés não bolsam nem aspiram mais o vómito do que se estiverem em qualquer outra posição.










O SEU BEBÉ DEVE DORMIR SEMPRE DE COSTAS !



2. Não fume durante a gravidez. Nem depois









O risco de SMSL aumenta se a mãe fumou durante a gravidez e se continua a fumar.


• Se o pai também fuma o risco agrava-se ainda mais.












Não deixe ninguém fumar no ambiente que o seu filho respira - quarto, casa, carro ou onde quer que ele permaneça


3. Destape a cabeça do bebé para dormir




• A roupa da cama não deve cobrir a cabeça do bebé.

• Não use edredões, nem almofada ou peças que o possam cobrir.

• Deite-o com os pés tocando o fundo da cama









Coloque o bebé num berço seguro em colchão firme e bem adaptado ao berço


4. Não durma com o bebé na sua cama


Dormir com o bebé é mais perigoso:


• Se fuma
• Se estiver cansado/a
• Se bebeu álcool
• Se tomou medicamentos que afectam o sono
• O bebé deve dormir num berço apropriado, colocado ao lado da cama dos pais













Nunca adormeça com o seu bebé no sofá.


5. Não aqueça demasiado o bebé


• O risco de SMSL pode estar associado ao aquecimento excessivo.

• Vista o bebé de forma a estar confortável e não quente.

• Verifique a temperatura colocando o dorso da sua mão na nuca ou na barriga do bebé.Se o bebé tem febre precisa de menos roupa – não o agasalhe















Se o bebé tem febre precisa de menos roupa – não o agasalhe









6. Coloque o bebé acordado noutras posições











• Quando está acordado o bebé pode ser colocado de barriga para baixo para brincar.

• Assim fortalece os músculos do pescoço e das costas.




























Ensine o seu bebé a dormir de barriga para cima e a brincar de barriga para baixo


7. O uso de chupeta pode ser um factor protector

• Ofereça uma chucha ao bebé para dormir mas se ele a rejeitar não force. Se o bebé for amamentado, a chupeta não deve ser oferecida nas primeiras semanas de vida, pois pode prejudicar a adaptação de bebé à mama.






Ilustrações: Pedro Morais para a SPP


Elaborado em 2009, pela SPP e pela Sociedade Portuguesa de Neonatologia.
Para mais informação consulte: http://www.spp.pt/conteudos/default.asp?ID=33

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

BOAS FESTAS


quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

20º Aniversário da Convenção sobre Direitos da Criança

A leitura de um conto no Centro de Saúde de Aveiro no dia 20 de Novembro de 2009.


Clique no link para ver o video.

http://20anos-direitos-das-criancas.ning.com/

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Declaração médica para regresso às aulas

Segundo a DGS, considerando-se que o período de transmissão do vírus da gripe A pode durar entre um dia antes do aparecimento dos sintomas até sete dias depois, os alunos afectados, que deixem de ter febre e respeitem um período de afastamento escolar de sete dias, poderão regressar à escola sem necessidade de declaração médica. Nesta situação, as faltas serão justificadas pelos pais.
No entanto, de acordo com a informação científica actualmente disponível, o médico assistente, uma vez observado o aluno, poderá emitir uma declaração que possibilite o seu regresso à escola antes de cumprido o referido período de sete dias, sempre que se registe uma boa evolução clínica, com regressão dos sintomas e apirexia há mais de 24 horas, sem recurso a antipiréticos.
Nas situações de febre que decorram de outra patologia, caberá ao médico, em função do diagnóstico, a decisão quanto ao período de afastamento e a emissão da respectiva declaração para regresso à escola.

(Adaptado da DGS)